
Embaixador do Japão no Brasil Sr. HAYASHI TEIJI no 17º Festival de Cultura Japonesa de Salvador.
Recepcionado no stand da ACBJ-BA pelos Presidente Dr. Odecil Costa Oliveira e a esposa Loanyr Costa Oliveira, a vice-presidente Angela Ornelas, a Presidente da Federação Cultural Nippo Brasileira da Bahia e secretária da ACBJ-BA Lika Kawano e o associado Mateus Barbosa.
Neste ano de celebração dos 130 anos de amizade entre Brasil e Japão, o festival contou com diferentes performances da cultura japonesa.
Com ‘Os amuletos japoneses da sorte nas terras da Bahia’, tema do Festival, estabeleceram-se um diálogo fecundo entre a espiritualidade e as tradições milenares do Japão e a riqueza cultural da Bahia.

Omamori (お守り): saquinho em brocado com orações ou inscrições sagradas para proteção e sorte.

Maneki Neko (招き猫): gato da sorte, atrai prosperidade e clientes.

Koinobori (鯉のぼり): bandeira em forma de carpa, associada à força e ao sucesso.

Daruma (達磨): boneco que representa perseverança e sorte.

Hinamatsuri: boneca símbolo de boa sorte.

Akabeko (赤べこ): vaquinha usada para afastar doenças.

Fukusuke (福助):boneco que simboliza sorte e prosperidade.

Cerimônia de abertura do Festival. Presença dos monges budistas, do presidente da ACBJ-BA Sr. Odecil Costa Oliveira, ao seu lado o Cônsul Honorário do Japão em Salvador Sr. Roberto Mizushima, seguido do Embaixador do Japão no Brasil Sr. Hayashi Teiji, o presidente da ANISA Sr. Marcelo Shimizu, representante do governo do Estado e a Presidente da Federação Cultural Nippo Brasileira da Bahia Sra. Lika Kawano e João Kogi João Koji Sunano, Coordenador Geral do Festival da Cultura Japonesa.
Oficina do Método Suzuki de Violino no Festival
As oficinas voltadas ao público infantojuvenil introduziram as possibilidades lúdicas do ensino de violino.


Oficina de Sistemas de Escritas Orientais no Festival
Idealizada pelo Prof. Dr. MILAN PHU (Instituto de Letras /UFBA) e alunos da UFBA do Grupo de Estudos Orientais do Centro de Estudo Afro-Orientais (CEAO): LUCIANO KIM MARQUES (professor de japonês do PROEMJA), ISABELLA SILVA MENEZES, KAUAI VALADARES COELHO, MARIA CLARA DE DEUS e VÊNUS ALVES OLIVEIRA.
Os participantes escreveram seus nomes em katakana (silabário japonês), escolheram palavras sobre profissão, gostos e interesses e criaram um nome alternativo no estilo kira-kira, usando caracteres kanji (ideogramas).
KIRA KIRA NAME: Kira-kira, termo que significa ‘brilhante’, refere-se a uma categoria de nomes próprios caracterizada pela originalidade. Popularizado a partir da década de 1990, esse estilo privilegia a sonoridade do nome em detrimento do significado dos kanji. Com frequência, define-se inicialmente a pronúncia desejada e, posteriormente, escolhem-se os caracteres kanji, o que pode resultar em baixa correlação entre leitura e sentido.




Oficina de Haicai no Festival
Com mediação de YARA FERS, a oficina abordou poemas breves de origem japonesa, trabalhou os princípios do haiku (haicai/haikai) e estruturou momentos de leitura, composição e partilha, favorecendo a construção de repertório e o desenvolvimento do potencial criativo dos participantes

Exposição do livro Rocha Navegável no stand da ACBJ-BA

Rocha Navegável, escrito por FÁBIO COSTA — escritor, roteirista e psicólogo — e ilustrado por IGOR SOUZA — artista visual, roteirista e diretor de audiovisual — foi exposto no estande da ACBJ-BA durante o festival.
A história em quadrinhos trata do samurai Maeda Jurozaemon, no século XIX, considerado o primeiro imigrante japonês a permanecer em solo baiano. Os autores exploram a condição de estrangeiro do fantasma-samurai e dialogam com a cultura e a história negra de Salvador, valendo-se de fatos e referências históricas.

